<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-386112123001354666</id><updated>2012-02-17T02:10:22.951Z</updated><title type='text'>JORNAL MONÁRQUICO</title><subtitle type='html'>Blogue dedicado a todos os monárquicos de alma e coração...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cascais-digital.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/386112123001354666/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cascais-digital.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Cascais Digital</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-386112123001354666.post-4624770522470687212</id><published>2009-11-15T18:52:00.004Z</published><updated>2009-11-15T19:06:40.671Z</updated><title type='text'>A Unidade Monárquica, a União dos monárquicos - Uma premissa essencial</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Nem sempre o discurso da unidade, é verdadeiro e sincero. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;A unidade será sempre uma consequência natural, perante um objectivo concreto, em que todos os membros acreditam, em que todos nele, estão determinados, em que não há qualquer suspeição sobre a vontade de todos na sua concretização. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;Em muitas organizações, os apelos à unidade, são apelos falsos, feitos por aqueles que assumindo as responsabilidades de liderança, não querem ou não podem responder, às pressões de exigência de outros membros. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os dirigentes agarrados aos seus pequenos poderes e às suas pequenas importâncias, ou aqueles que estão ao serviço de terceiros, têm sempre a tentação de acusar de divisionistas, todos os que levantam questões, todos os que se apresentam numa postura mais exigente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É uma defesa e são sempre os primeiros arautos da mensagem da Unidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É assim essencial, distinguir como se chega á Unidade numa Organização, ou num Movimento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Unidade é uma resultante, não dos apelos, mas das condutas, das atitudes, das mensagens e das acções para a concretização do objectivo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muitas das suspeições levantadas perante os alegados divisionismos, feitas pelos apelos à unidade, são falsidades, protagonizadas por quem não quer nem sabe responder às exigências dos outros ou dos momentos. Muito mais grave, quando é feita por aqueles que estão numa determinada organização ao serviço de outros ou de outras organizações. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A UNIDADE é essencial e determinante, para a restauração do Regime Monárquico, a UNIDADE como resultante de uma estratégia mobilizadora, a UNIDADE á volta de um projecto credível na sua viabilidade, a UNIDADE motivada pela mensagem coerente e permanente, a UNIDADE que resulta da resposta adequada e do dinamismo, a UNIDADE personalizada pela referência dominante, que no nosso caso é o Rei, D. Duarte de Bragança. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Este esclarecimento, sobre a minha preocupação profunda para com este conceito de unidade, no movimento de restauração da monarquia, é assim um esclarecimento inequívoco para todos aqueles que perante a leitura deste texto, sejam tentados a fazer insinuações ou acusações, com o objectivo de inibir a apreciação e a ponderação, sobre as questões levantadas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O nosso objectivo, que assumimos com total convicção e determinação, é o de tentar criar uma “Massa Critica” consistente, coerente, exigente e credível, que sirva as Instituições e o Rei, na sua patriótica acção. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Temos a perfeita noção, que sem esta premissa, dificilmente se poderão consensualizar estratégias, objectivos e o próprio discurso, que permitirá a credibilidade generalizada e a consistência exigível. Sem esta premissa, dificilmente será ultrapassada a fase embrionária de todo um Movimento, que tem cada vez mais responsabilidades acrescidas perante a actual degradação política nacional, perante a descrença popular para com o actual regime. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Suscitam-se hoje questões muito importantes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Interrogações que têm de ter resposta adequada, para que exista a motivação, a militância se quiserem, dos monárquicos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para que se crie a possibilidade do sentimento monárquico popular, possa passar a ter protagonismo concreto e este seja devidamente estimulado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Procuramos ir dando ideias sobre como pode ser possível dar resposta a estas questões. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Procuramos com este texto, encontrar outras respostas possíveis às questões levantadas, num debate sereno e consciente, que tenha como exclusivo objectivo, dar mais consistência e mais dinamismo às Instituições Monárquicas, uma motivação permanente a todos aqueles que sentem este momento de oportunidade, a todos os patriotas cujo descontentamento e desilusão têm necessidade de ouvir e acreditar numa mensagem de esperança. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não podemos esconder as interrogações, que muitos de nós têm. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Interrogações que nos inibem de dar o contributo desejável. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por isso entendo que as devo colocar, entendo que devemos exigir respostas aceitáveis. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não quero, não pretendo, pôr em causa pessoas em concreto, nem Instituições, apenas pretendo que surjam as respostas adequadas ao actual momento e concordantes com o nosso objectivo de Restaurar a Monarquia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não discuto pessoas, nem condutas pessoais e se aponto algumas condutas como exemplos, é exclusivamente para demonstração inequívoca de erros essenciais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os erros emendam-se, corrigem-se. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Exigir a sua correcção não é atacar ninguém, bem haja a nossa família, por nos ter sempre corrigido nos erros, durante a nossa formação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma ideia ou mensagem é a única, a mais adequada ou a perfeita, assim as minhas também não o são, mas o que é profundamente errado, é não ouvir, não as analisar, não as admitir. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1- É por aqui que levanto a primeira das grandes questões, ao Movimento Monárquico Institucional: A IMAGEM da ORGANIZAÇÂO MONÁRQUICA é limitadora da adesão popular. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É a imagem generalizada de que a Causa Real e as Reais Associações são organizações fechadas, que privilegiam o debate entre os seus membros, um debate pouco criativo e pouco objectivo. Organizações onde há uma dominância social e até política e partidária, pouco activas, dando prioridade, em muitos casos até exclusividade, a acções de natureza nostalgia e religiosa. O debate é normalmente promovido através de jantares, em lugares selectivos, onde à partida não há condições para o aprofundar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É a imagem generalizada, de que esta Organização Monárquica é dominada pelo pretensiosismo e pela vaidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É a imagem de que a Organização Monárquica é uma elite, auto proclamada como tal por si própria e não pelo reconhecimento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A toda esta questão eu tenho uma resposta possível e mais desejável. Não pela mudança das pessoas ou das Instituições oficiais, mas sim pelo surgimento de outros Movimentos Monárquicos, Regionais e Locais. Onde surja uma outra imagem de contraponto, onde surja uma nova exigência e muitas outras pessoas, que enriquecerão no futuro a própria Organização formal. É a mensagem de uma abertura objectiva, que não põem em causa nada do que está feito, são complementares, são uma forma de adicionar vontades e a qualidade. É também um passo decisivo para a construção da tal “ Massa Crítica “, que será determinante para as respostas adequadas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas o mais determinante ainda…será o surgimento de um verdadeiro Movimento de Restauração, que pela sua estratégia, pela sua capacidade organizativa e aglutinadora, que através de um objectivo viável e credível, una todos os monárquicos e todas as organizações. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esta Instituição não existe e todos carecemos dela. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;2- Uma outra questão muito pertinente tem a ver com a inequívoca Independência das Organizações Monárquicas, em particular relativamente aos partidos políticos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Rei é LIVRE e Livres seremos todos Nós. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A tentação de influência e até dominância dos partidos nas Organizações de Intervenção social ou política é uma realidade permanente, a que as Organizações e Instituições Monárquica têm de ter uma muito particular atenção. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se esta questão é uma verdade indesmentível, sobretudo para quem como eu, dedicou muitos anos da sua vida como dirigente de uma Organização Inter-Profissional, ela assume uma relevância muito especial, em toda a Orgânica Monárquica, onde nunca pode acontecer a mínima das suspeições de uma ingerência das forças partidárias nas suas decisões e atitudes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esta questão não pode ser confundida, com a desejável participação generalizada dos monárquicos na vida activa dos diversos partidos políticos e em geral na vida de toda a sociedade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A primeira exigência para a manutenção desta premissa, é de que nunca poderá haver a coincidência de responsabilidades directivas ou representativas, na mesma pessoa. O seja que deve ser condição para se assumir a responsabilidade de ser dirigente monárquico, não o ser de um partido político, ou não ocupar nenhuma função nos órgãos nacionais dos partidos ou do Estado Republicano. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os dirigentes monárquicos darão assim a resposta correcta a todas as tentativas de influência ou de manipulação, de imagem exterior, coincidente com a sua ideologia, manifestando assim que no exercício do cargo monárquico, é ao objectivo monárquico que darão sempre a prioridade, quer nas posturas como nas atitudes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;São os Dirigentes que são os portadores da imagem de Independência e também os monárquicos aderentes que devem ser livres de participar politicamente de acordo com as suas convicções ideológicas, sendo certo que o objectivo da restauração só será possível quando entre eles estiverem com forte representatividade todas as forças políticas presentes na luta partidária. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Argumentarão alguns, com a simplicidade de quem não quer, que essa independência seja uma realidade: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Só o Rei tem de ser LIVRE e INDEPENDENTE. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como se, ser Rei na era moderna, não exigisse todo uma estrutura de apoio e de aconselhamento, em que todos devem garantir a mesma independência e a mesma liberdade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Rei moderno é uma Instituição, personalizada por quem tem esse direito histórico, mas que inclui toda uma estrutura composta por muitas outras pessoas, que também devem ser exemplo da isenção e da independência. A credibilidade da independência do Rei, da sua isenção, nunca poderá ser posta em causa, por aqueles que fazem parte da Instituição Real e estão ao seu serviço. Eles serão também o garante indispensável, para que nunca seja possível a influência de terceiros, muito menos ao controlo ou manipulação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nunca nos poderemos esquecer de factos históricos relevantes, antigos e mais recentes, em que foi a tentação fomentada pelos partidos políticos, que têm a facilidade de acenar com outros sonhos de oportunidade pessoal, que originou derrotas gravíssimas, de oportunidades e de organizações, que levaram á sua derrota ou ao seu desaparecimento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Toda a Organização Monárquica deve assumir a mesma postura de Independência do Rei, por razões muito objectivas: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- Para que não haja nunca nenhuma dúvida, sobre a sua Independência, na sociedade e em nenhum português. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- Para que nunca haja essa dúvida, em nenhum partido político, muito menos essa acusação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- Para que a coerência ideológica, nunca seja posta em causa &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- Para permanentemente resistir, às tentações de dominância partidária. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- Para que, as suas mensagens e acções, tenham muito mais audiência, crédito e receptividade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“ Se o Juramento de Fidelidade ao Rei é uma exigência de filiação, para a adesão como filiado numa Real Associação, o Juramento da exclusividade na acção política, também deveria ser uma exigência para a tomada de posse, de qualquer Dirigente da Causa Real ou duma Real Associação.” &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;3- A pouca consistência da mensagem monárquica, é a mais difícil barreira de ultrapassar a acomodação evidente nas Organizações e nos aderentes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Causa Real ainda não assumiu o protagonismo que lhe era exigível. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A oposição ao regime republicano, é muito fortuita e muito pouco activa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não há uma consensualização de uma estratégia, nem tão pouco esse debate. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Apenas acusações normalmente protagonizadas individualmente, muitas vezes avulsas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os Dirigentes Monárquicos, são pouco conhecidos e muito pouco interventivos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não há uma estratégia de permanência nos órgãos de comunicação social.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Existe uma permanente acomodação do lado monárquico, expressa na inactividade e inépcia das suas Estruturas, que deriva de um estado espírito muito pouco objectivo, que pode ser sintetizado, numa frequente frase … a República está em agonia e portanto tem os dias contados… como se isso fosse uma verdade, como se isso fizesse cair do céu a oportunidade, como se isso não fosse simplesmente uma triste postura de inércia e de acomodação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As próprias Organizações Monárquicas não têm uma visão, nem uma estratégia de implantação no tecido social … em muitos casos funcionam em capelinhas de alguns, que desmobilizam a vontade de muitos outros. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A intriga, é ainda hoje uma lamentável verdade, corrosiva do interesse geral e arma de preferência entre muitos monárquicos, que através dela apenas defendem os seus pequenos interesses pessoais. Muita análise e muito do debate é morto á nascença através desta arma. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A desculpa dos Dirigentes, para a acomodação e falta de dinamismo, é normalmente a acusação de ausência de militância ou de meios, mas esquecem a sua responsabilidade, pois é deles que depende em larga medida, a critica que fazem. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A acomodação e a inoperância, é originada, pela ausência de um discurso e duma estratégia motivadora. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se a mensagem for credível e se for ouvida, as dinâmicas logo surgirão.&lt;br /&gt;Não é compreensível este estado de inactividade, perante a visível carência social de uma mensagem de esperança e perante a descrença generalizada para com o actual regime republicano. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Este espartilho da Organização Monárquica, não é passível de ultrapassar, com a substituição de pessoas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Debate Estratégico tem de acontecer. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um Congresso, onde sejam apresentadas as teses e seja feito esse debate, pode e em meu entender e deve ser uma proposta a ponderar. A consensualização estratégica, é uma premissa da Unidade e da força de todo um Movimento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para mim a mais incrível surpresa que tive, foi a de ter verificado, que a mais profunda reflexão estratégica publicada até hoje por um eminente dirigente monárquico, não era do conhecimento da maioria dos outros dirigentes monárquicos. O manifesto monárquico para o século XXI, escrito pelo Dr. Manuel Abranches do Soveral. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não pode o Movimento Monárquico português, continuar a defender esta simples contradição… É pela razão, pela verdade do nosso ideário que iremos restaurar a Monarquia…e simultaneamente desprezar as mais profundas e fundamentadas achegas, que lhe são facultadas pela generosidade de outros. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não pode ainda o Movimento Monárquico português, insistir na sua presunção de conhecimento, quando não aprecia, não lê, não ouve, a mensagem cultural do povo português, tomando uma atitude de ausência nas mais tradicionais manifestações da tradição e da homenagem histórica . &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não pode o Movimento Monárquico português dar uma atenção preferencial à mentalidade citadina e até estar sujeito a ela, quando sabe que não é aí o seu campo de mobilização mais objectivo, pois a reserva de valores monárquicos e patrióticos, estão mais enraizados no interior de Portugal e nos meios rurais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Numa tentativa de deixar uma mensagem positiva, para uma abordagem, ponderação e divulgação da temática monárquica, lançámos uma iniciativa que é simultaneamente um desafio, para serem seguidas em muitos outros lugares. Criamos os “Serões Monárquicos” de Almeirim, que organizados com periodicidade regular, podem ser informais pontos de encontro e de debate, que pela adesão já expressa tudo indica virem a ser uma forma adequada de motivação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pensamos que através de caminhos semelhantes a este, se pode alcançar excelentes resultados. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Estamos convictos que D. Duarte entenderá esta perspectiva e não a deixará de acarinhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4- A liderança de D. Duarte Pio de Bragança, é uma indiscutível premissa do Movimento Monárquico, mas também sobre ela existem dúvidas, que não podem continuar a prevalecer. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por ser entre todas a questão mais delicada, ela nunca é abordada com abertura e frontalidade. Apenas em conversas surdinas, mas que não impedem a existência de um conjunto de dúvidas públicas, de enorme importância. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ter a coragem de as abordar não é nenhuma traição, nem falta de respeito, muito pelo contrário. O que tenho ouvido generalizadamente à boca pequena, isso sim, transmite uma generalizada ausência de convicção que está muito na base da falta de confiança e motivação dos monárquicos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;São frequentes as frases … ” depositamos as nossas maiores esperanças em D. Afonso “; “ É nos Infantes que podemos vir a ter esperança”; “ D. Duarte dá preferência à sua família “; “ D. Duarte está prisioneiro “; “ D. Duarte é incapaz de dar um murro na mesa”; “ D. Duarte desperdiçou a boa imagem que o casamento lhe veio dar”; “ D. Duarte não acredita”….&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tudo isto são incoerências, muitas vezes desculpas e não só não são mensagens aceitáveis, como tão pouco são reais ou verdadeiras, muito menos fazem sentido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Todas as observações relativas à personalidade de D. Duarte e sobre a sua hipotética carência de condições, para a liderança do Movimento de Restauração, são profundamente erradas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na minha opinião elas resultam de uma análise incorrecta da prioridade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se a prioridade estratégica fosse o estímulo do sentimento popular…dificilmente encontraríamos melhor personalidade que a de D. Duarte para o fomentar. Ele e sua família. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;D. Duarte pode não ter o dom da oratória, mas tem a vocação ideal, para o actual momento histórico. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A sua simplicidade é apaixonante e isso seria mais do que suficiente para desempenhar a sua função histórica. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Então porque aparenta hesitações nesta acção? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A primeira dúvida, é se é ele o responsável por essa aparente imagem.&lt;br /&gt;Estou convicto de que não. Estou convicto que o problema passa mais uma vez pela natureza de toda uma teia, que tem como argumento a sua preservação e como resultado o seu isolamento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Rei è Livre e livres seremos nós. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Rei terá de ter confiança absoluta na informação que lhe chega e uma convicção consolidada sobre a previsão dos resultados da sua acção. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Rei tem de ter um Conselho Real, da sua confiança e com uma representatividade social e regional abrangente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Este Conselho tem de ser um órgão autónomo da Organização oficial. Pois tem de assumir a sua vocação de ser o eco das aspirações sociais, que permita uma informação permanente e actualizada do Lider.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tem de ser o conselheiro da acção do Rei, um instrumento de apoio permanente que vai muito para além de um órgão que reúne com periodicidade larga e com dificuldades normais de abordagem da necessidade de actuação do dia a dia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Meios financeiros, disponibilidades? Na era informática, muito poderá estar facilitado, muita despesa poderá ser dispensada, muito tempo poderá ser poupado, muito mais operacionalidade poderá ser adquirida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;D. Duarte de Bragança também tem estado sujeito à progressiva transmissão, de uma imagem menos favorável, de não ter a determinação exigível. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não creio que isso seja verdade, não creio que seja possível, que o seu sentido de responsabilidade de ser o Herdeiro e Símbolo da nossa nobre História, possa estar afectado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Do que provavelmente carece, é de apoio e motivação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A atitude tão generalizada de servilismo e bajulação, quantas vezes sinónimo de ausência de sinceridade, dos mais astutos adeptos da intriga, não é uma atitude aceitável como instrumento de apoio de um Rei moderno. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por último, o registo de uma provável carência, que poderá ser inibitória da sua histórica função. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para o exercício da sua função não basta ser Independente e Livre. Todos sabemos que o é. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Também é fundamental que seja independente financeiramente e que lhe sejam facultados, os meios indispensáveis, para o exercício da sua missão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma responsabilidade exclusiva da Causa Real e das Reais Associações.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Almeirim, 22 de Setembro de 2009&lt;br /&gt;José J. Lima Monteiro Andrade&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/386112123001354666-4624770522470687212?l=cascais-digital.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cascais-digital.blogspot.com/feeds/4624770522470687212/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=386112123001354666&amp;postID=4624770522470687212&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/386112123001354666/posts/default/4624770522470687212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/386112123001354666/posts/default/4624770522470687212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cascais-digital.blogspot.com/2009/11/unidade-monarquica-uniao-dos.html' title='A Unidade Monárquica, a União dos monárquicos - Uma premissa essencial'/><author><name>Salvador Costa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_aFnCl9lLig0/SxWroO_hF9I/AAAAAAAAAAM/8V6WwUYmpyQ/S220/Acendo+ou+n%C3%A3o+o+cigarro....jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
